segunda-feira, 18 de julho de 2011

Review 3x08 - O dano que um homem pode causar


     Dexter começa falando sobre o efeito borboleta, a conexão de todas as coisas. Miguel está adiantando as coisas, dessa vez ele já traz as informações da vítima. Estamos no 8° episódio, já passamos da metade da temporada. Inevitavelmente os laços vão estreitando, e Miguel com certeza sabe disso. Tudo bem que ele já havia ajudado Dexter a matar outros, mas agora ele quer participar do ritual. DO RITUAL! Isso deveria ser sagrado.
     Bom, eles vão à observação da vítima em questão, um ‘prestador de contas’ de apostas. Se ele vence as apostas, bem, se não, ele mata a quem deve. Simples. Lucrativo. Se encaixa perfeitamente no código de Harry... Ah o código! Dex, inadvertidamente cita a primeira regra do código para Miguel, que estranha a existência de um código, mais tarde definido como uma série de precauções, por Dex.
     Já perceberam que a série nunca trabalha Dexter psicopata perto da Rita? Eu realmente sinto falta disso, até eu, em sã consciência, tem hora que quero mata-la! Os efeitos desses hormônios me irritariam profundamente, ainda mais se eu tivesse o hábito de matar pessoas, minha tolerância com toda certeza seria reduzida. Mas a série deixa Dexter bobo perto dela, ele nunca nem considera livrar-se dela, ele a agrada e se vira pra deixa-la feliz. Muito bem Dex, você é uma pessoa melhor que eu.
     Debra já havia descoberto que Quinn era responsável pela morte de um outro policial, agora descobre que ele não havia fichado Anton, ou seja, Anton não era um informante oficial, não tinha obrigação legal nenhuma em ajudar a polícia, e mesmo assim colocara sua vida em risco, ao ser feito de isca para pegar o skinner. Olhos abertos Dex, será que Quinn se encaixa no código? Pessoalmente, espero que sim.
Pausa para gargalhada: “Peço para Miguel ser se vestir de maneira discreta, o que ele me faz? Aparece vestido como o Unabomber” (http://dexbr.tk/qcPDxb)

     Caso skinner, novo desenvolvimento. Mario Astorga, algumas coisas até se encaixam, mas seu olhar é baixo, sua boca é trêmula. Não é ele, todo fã de Dexter percebe isso. Mas ao falar algo sobre George King, Mario estremece... Muito interessante a cena! George King, magrelo, não tem muita cara de assassino, mas pelo medo que ele passa, eu o colocaria como prioridade na investigação.
     É, Dexter encaixa Miguel no ritual. LAMENTÁVEL. E não só isso, Dex alimenta o passageiro de Miguel! Deixá-lo ser um voyeour já seria chato, agora deixa-lo matar? Isso que é carência! Se fosse pra ter Miguel como o assassino principal a série não se chamaria Dexter. Isso realmente me deixa irritado. Agora que Miguel já tem alguma experiência, ferrou pra Ellen Wolf.

     A temporada também trabalha na infantilidade de Dexter, ao mostrar rebeldia desnecessária quanto ao finado Harry e seus ensinamentos. Dexter tenta desesperadamente provar para ele mesmo de que ele é um ser que pode ter amigos, alguém para poder compartilhar seu dark passenger.
     Certeza que Miguel não foi à casa da advogada pra ‘dar uns pegas’ nela. Certeza que não é coincidência as árvores em frente à casa de Anton terem sido podadas justo quando ele resolve desaparecer. Certeza que Miguel é um grande babaca. Certeza que eu quero ele, Quinn e o skinner na mesa. Mas esperemos o próximo episódio.

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