terça-feira, 5 de julho de 2011

Review 3x06 - 'Si se puede'


             ‘Nós?’ ‘Nós podemos fazer a diferença?’ Dexter e Miguel, Miguel e Dexter... Não combina, eles definitivamente não poderiam ser uma dupla sertaneja. Dexter não é nenhuma criança, ele sabe que Miguel não é do tipo que você manda ele ir embora e ele vai. O que fazer então? Mostrar o dark passenger? Deixá-lo entrar em sua vida? Que outra opção ele teria?

                Miguel à parte, Wendell Owen, rapaz de 15 anos que ‘auxiliava’ Freebo, foi encontrado morto na praia. Causa da morte: não resistiu ao processo de remoção da pele, do agora famoso Skinner, ou esfolador, como é usado em algumas traduções. Como se estivéssemos na primeira temporada, Debra vai a Dexter para compartilhar e, obviamente, para acrescentar muito mais sua teoria. Ela tem uma base, realmente pessoas ligadas ao departamento, geralmente recém interrogados foram vítimas do Skinner, e Dexter leva Deb a penar nos nomes e possíveis motivos. Qual não foi a surpresa ter o sobrenome Prado aí no meio, não? Ramon Prado, que teve seu irmão caçula morto por Freebo (que é dado como sumido, e não como morto); motivo: represália, tentativa de encontrar Freebo. Pô Dexter, se você realmente deu o skinner pra Debra, vai ter que arrumar outro pra mesa!
                [O que falta de sentimento de culpa pra Dexter, sobra pra Debra, que agora se culpa pela morte de Wendell Owen.]
                What the fuck, Dexter? Psicologia reversa mesmo? Mostrar um pseudo condenado, mostrar que Miguel pode o tirar da cadeia para que a verdadeira justiça seja feita. “Sabia que se apelasse para a razão, Miguel acabaria entendendo o lado negativo. Razão leva a auto-preservação, uma força potente.”
                Debra investigando um Prado, muito arriscado. Ela já havia pisado na bola no começo de tudo, chamando o caçula de ‘fucking junkie’. Uma coisa é ele ser viciado, outra coisa é falar isso perto de Miguel, ou de outro membro da família. Bom, mas digamos que a Deb nunca foi mesmo do tipo de se manter fora de risco. Debra fucking Morgan! Sequestro, tortura... Ramon está um tanto encrencado, maaaaas, não aparenta ser o skinner.
                “Ter alguém de confiança é tudo!” Ironia falar isso à namorada-quase-esposa de um psicopata, não? Bom, a esposa do Miguel resolve oferecer um emprego à Rita, como sua assistente pessoal... Ótimo não? Seria se isso não significasse que as famílias Morgan/Prado estivessem se interligando perigosamente cada vez mais. Rita resolve aceitar a proposta de Syl.

                ‘Courtroom 103’, curiosamente o mesmo número do apartamento que Dexter caiu no sangue, na primeira temporada. Ice truck killer, se lembram? Bom, isso não é importante agora. Dexter passa com Miguel a maneira que libertarão a próxima vítima. Tudo feito, Miguel o entrega a chave, ele escapa da sala, Dexter o dopa e Miguel os tira do prédio. Menos um nazista, menos um assassino.
                Considerações finais: temporada está forçada. Dexter desconfia seriamente do Miguel, mas quando o diálogo é com Harry, Dex bate de frente, defendendo Miguel até a morte! Isso parece mais uma tentativa desesperada de provar para ele mesmo de que amigos verdadeiros existem, e que não importa o peso da verdade, esses amigos conseguem compartilhar com você.

                Mas como o próprio Harry Morgan cita neste episódio, “nunca subestime a capacidade das pessoas te decepcionarem.” Até a próxima!

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