segunda-feira, 14 de março de 2011

Review 2x02 - Waiting to Exhale - Esperando para exalar


Se eu colocasse apenas as quotes de Dexter aqui, seria uma review poética e praticamente perfeita. Mas isso eu deixo aos poetas e filósofos, eu estou aqui para falar do ‘final da introdução’ da temporada. Até agora foram dois bons episódios para resolver as pendências da primeira temporada como o relacionamento Dexter-Brian/Rudy/ITK, a morte de Paul e a perseguição implacável de Doakes, que impedia a ação do Dark Passenger.

“Onde está o Dexter calculista, controlado e eficaz? Como eu o perdi? Como eu o encontro de novo?” Depois da morte de Rudy, Dex tentou matar duas vezes. Uma ele não conseguiu, talvez por um projeto de compaixão com o cego, a outra vez o cara fugiu. Esse ‘cara’, nada mais é que aquele cavalo do Little Chino. Ao saber que Eva Huelas, mãe da última vítima de Chino e testemunha contra ele no tribunal, foi morta, Dexter se vê na filha dela, sendo tirada da cena do crime. O caso está ficando pessoal.

Para não ignorar tanto o Doakes, esse episódio mostra ele sendo recusado para a força tarefa do Bay Harbor Butcher e mostra ele seguindo Dexter, que para o carro e vai tirar satirfações: “Esta vizinhança é cheia de loucos, eu sempre tranco as portas.” (Luz na cara para dar aquele ar macabro).

Nosso serial killer pega 2 tranquilizantes para animais e vai à caça. Chino já estava o esperando com seus capangas, Dex, então, é obrigado a fugir e se esconder em um bueiro. Os produtores abusam da criatividade ao montarem uma seleção de flashes ligando seu passado ao presente.

Querida e danificada Debra. Episódio passado ela havia acertado um homem no bar por ele ter apenas encostado nela, este episódio ela saiu atrás de um garoto que estava pixando seu carro, o garoto era da vizinhança onde Eva havia sido assassinada. Deb apontou arma para o garoto, sem necessidade. Felizmente com isso ela pegou quase uma gangue inteira, com exceção de Little Chino.

Chino vai atrás do menino para mata-lo, obviamente. Dexter, que não é besta, fica de tocaia, só esperando o ‘3° encontro’ com Chino. Desta vez fica algo mais filme de terror. O elevador misteriosamente para com Chino dentro, e se recusa a funcionar. As portas se abrem e Dexter o dopa. Desta vez, com a lição aprendida, Dexter usa muuuuuito plástico. Na hora da morte, uma cena poética: sangue escorrendo pela tatuagem de gotas de sangue que significam as pessoas que Chino matou. Inteligentemente Dexter muda seu lugar de desova, agora ele joga os corpos na corrente do golfo.

Dexter, Dex, Dark Passenger, e agora The Bay Harbor Butcher, gravem esse nome, BHB. 8, 13, 14... O número de corpos descobertos só continua a crescer, e o encarregado desse caso é o agente especial Frank Lundy, ou Agente especial rockstar, como brincam no departamento.

Destaque para a cena da Debra derrubando uma maleta: “Quem foi o imbecil que deixou isso aqui?” e o Lundy responde bem humorado, como sempre: “É agente especial imbecil”.

Paul, mesmo morto dando problemas. Primeiro que Dexter não consegue esconder sua falta de entendimento sobre o luto, o que chateia Rita. Depois a Rita começa a associar algumas coisas, e começa a ter remorso pela morte do Paul e resolve perguntar sobre o sapato do Paul. Pergunta se Dexter atacou ele. Dexter confirma. Confirma que armou para o Paul. Rita pergunta sobre o conhecimento de Dexter sobre drogas, então ela chega a conclusão de que Dexter usa drogas. “Você é um viciado?” “-Sim, eu tenho um vício.”

O episódio termina com uma mega reflexão: “Se os olhos são a janela da alma, então a mágoa é a porta. Enquanto estiver fechada, é a barreira entre saber e não saber. Fuja e ela continuará fechada para sempre. Mas abra, e a atravesse. Então a dor se tornará verdadeira.”
Nós atados. Hora de realmente começar a 2° temporada.

Por: @Gabrielbarros42

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